Eu já contei para vocês que eu adoro indie, noise e dream pop?
Não? Então agora vocês sabem.
Eu já contei para vocês que eu adoro indie, noise e dream pop?
Não? Então agora vocês sabem.
Enquanto eu não termino de montar a minha homepage pessoal, criei uma conta no Tumblr para ser usada como portfolio provisório. Contemple.
Infelizmente eu ainda não tenho nenhum trabalho fora do Cancelromance para mostrar. Mas lembre-se de que você pode me ajudar a mudar isso.
E por que minhas atividades na web diminuíram nas duas últimas semanas? Eu não sei…
Real life?
3 décadas desde Love Will Tear Us Apart, a trágica pop song que ironicamente foi feita por uma banda post-punk e definiria a sonoridade desse movimento pelas próximas gerações.
3 décadas desde Komakino, o single instrumental distribuído gratuitamente que continha o b-side “Incubation”.
3 décadas desde Closer, que por um lado é um álbum magnífico de uma banda que finalmente ganhava notoriedade ao redor do mundo, e pelo outro é o testamento de Ian Curtis.
3 décadas desde Atmosphere, a música capaz de ultrapassar as barreiras do milênio.

King of Fighters pode ter roubado a cena ao longo dos anos. Mas foi da série Fatal Fury que saíram vários personagens que hoje fazem sucesso na franquia principal da SNK. A série foi uma das primeiras no mundo dos fighting games a cativar o jogador de uma maneira mais emocional, algo que até então só acontecia em RPGs. E não era para menos: o plot de Fatal Fury era mais envolvente — e humano — que os dos outros títulos de porrada da época.
Esta é uma série de designs homenageando o game e seus personagens. Na esperança de que o curta Memories of Stray Wolves não tenha sido o último presente que a SNK deu aos fans da lenda do lobo faminto.

Por incrível que pareça, foi só no segundo episódio de Ookami-san, que eu percebi que os três personagens principais são paródias do conto da Chapeuzinho Vermelho. Que comédia.